Historia

O Sindicato dos Funcionários Públicos do Município de Volta Redonda foi fundado em 26 de dezembro de 1988 como conseqüência da iniciativa de companheiros interessados em construir uma entidade que representasse legitimamente o Servidor Público Municipal de Volta Redonda, que lutasse por seus direitos, por salários dignos, segurança e condições adequadas de trabalho. Uma história de lutas, conquistas, greves e sacrifícios. Uma história manchada pela corrupção, omissão e o peleguismo da gestão antecessora (2002/2009), que tutelada pelos interesses do governo/patrão levou o funcionalismo ao arrocho salarial e a humilhação.

A partir de 16 de setembro de 2009 passamos a escrever um novo capítulo dessa história. Constituímos a Oposição Sindical, uma vanguarda que discute desde 2003 não só as questões específicas da categoria e eleições sindicais, mas também as questões políticas de interesse geral dos trabalhadores. Apresentamos ao funcionalismo o desafio de ‘construir pela base uma nova direção sindical’, o desafio de resgatar a confiança, a esperança e as lutas do funcionalismo, estagnadas em anos de arrocho, desrespeito e ataques aos direitos e conquistas da categoria.

Em termos de organização, dentro do contexto, a Oposição Sindical assumiu o compromisso com os trabalhadores da Prefeitura Municipal de Volta Redonda, concorrendo às eleições em 2004 e 2007. A história desses processos eleitorais, das fraudes, do uso da força policial contra trabalhadores, do apoio oficial a chapa branca e a eleição do presidente antecessor por ‘edital’, fez com que chegássemos à conclusão de que faltou experiência, faltou apoio, faltou política. No voto, ganhamos! Mas não levamos!

Na eleição de 2009, a Oposição Sindical buscou apoio e qualidade política, principalmente a conscientização dos trabalhadores. O funcionalismo fez sua parte, acreditou, esteve unido e participou ativamente em todos os níveis e segmentos que constituem a categoria consagrando a Oposição Sindical nas urnas, em primeira votação. Essa participação foi fundamental para quebrar a tendenciosa propaganda oficial de que o movimento sindical não avançaria devido à falta de consciência dos trabalhadores.

Vencemos a primeira batalha, nos imbuímos da nossa responsabilidade, da nossa representatividade, liderança e da legitimação da participação do trabalhador, discutindo, planejando, lutando para ‘construir pela base uma nova direção sindical’.